“Preparar… ação!” Se você não fez cinema, não tem ideia de como elaborar um vídeo, comece agora a pensar no assunto. Nos Estados Unidos, o You Tube já é a segunda maior rede de busca, segundo este vídeo da empresa ISocialMediaPro.  As pessoas encontram empresas e fornecedores que apresentam seus produtos, ensinam como usá-los e usam o You Tube como canal de atendimento e fidelidade, já que é possível deixar mensagens, repassar links ou mesmo postar os vídeos com impressões para redes de relacionamento etc..

Este post resulta de eu ter assistido a este vídeo com o papo que tive com o professor Gil Giardelli, com quem almocei esta semana, após sua chegada do Piauí, de onde participou de um evento de lançamento de uma operadora de telefonia celular e ter atendido a uma agenda que envolveu ainda palestra em Brasília, pit stop para festa de sobrinho em São Paulo e, claro, sua participação num dos eventos mais importantes do gênero do Brasil, o #webexpoforum. Como havíamos tuitado, pela primeira vez, não cobrimos o evento, razão pela qual ao clicar na hashtag, você pode ler todos os tweets dos três dias de evento.

Como o que acontece hoje lá fora é relevância aqui quase que manhã seguinte – com o advento das mídias sociais, as coisas não demoram mais de dois a cinco anos para acontecerem aqui -, #olhovivofarofino. E não somente para negócios, a dica vale para a comunicação em todas as suas esferas.

Aqui no Brasil o canal poderá ter vieses que vão merecer uma avaliação mais cuidadosa dos gerentes de mídias sociais. Isso se deve à característica particular do povo brasileiro de fazer graça com tudo e usar o You Tube especialmente para viralizar indignações ou piadas sobre #mimimis que, então, acabam virando notícia na grande imprensa. Seja como for, prospects, clientes, funcionários, fornecedores, amigos, famíla etc., todos já estão no cyberespaço dos vídeos e a tendência é aumentar; pelo menos no meio corporativo.

Resumo da ópera? Para quem quer ter relevância, a grande sacada do momento é, mesmo, a velha ” ideia na cabeça e uma câmera na mão”.  (Imagem: http://cultura.gov.br)

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