Por mais que se pergunte, não há respostas prontas. Cada caso é um caso; mas não adianta. Clientes, colegas, novos #socialmedia pro e nem tanto parecem sempre à procura da poção mágica, da receita que – pronta – fará seguidores multiplicarem-se tal qual o milagre de Jesus em sua #TL, dos fãs curtirem sua página assim, de montão, ou de um vídeo viralizar como epidemia de gripe suína ou um destes novos vírus, criado ou não em laboratório.

Se você realmente entende de #SM, deve saber então que não existe no mundo (nem “na história deste país”) uma receita única para o relacionamento em redes. Por que? Porque “nada do que foi será, de novo, do jeito que  já foi um dia”  Lulu Santos #quote. Parafraseio muito Lulu Santos, nesta música que foi sucesso na década de 80, porque ela resume o grande óbvio que está na cara da gente.

Uma relação envolvendo duas pessoas, isto é, uma rede, nunca é igual a outra. Uma amizade, um namoro, um casamento; portanto, o que pode ter sido bom, como estratégia num relacionamento, em um determinado momento, pode não ser (e muito provavelmente não será), no momento seguinte, para outra pessoa, marca, empresa, produto, serviço etc..

O óbvio que ninguém quer ver

Será que não é óbvio?  Deveria, mas todos os dias, sou instada a responder como fazer um plano de #SM, como cobrar, como achar isso e aquilo etc., para quem ainda busca ouvir isso para resolver as estratégias do dia a dia. Não sou eu, em minha empresa, quem vai apenas traduzir o que outros ainda fazem para vender gato-por-lebre.  

Busco responder tal qual o parágrafo acima. Se a ficha não cai, dou alguns exemplos básicos, sem sair do arroz-com-feijão… que, ao final das contas, não vai ajudar muita coisa, porque… o que vem por aí é RE-VO-LU-ÇÃO.

A vida é um constante beta. Desde ao nascemos até o suspiro final, pelo menos os que têm humildade de se assumirem como eterno aprendizes, desempenham diversos papeis ao longo da vida, aprendendo sempre. Hoje sei como desenvolver planos estratégicos de #SM porque agucei um lado de observadora e ouvinte. De espectadora, leitora, “comedora voraz” de conteúdos os mais diversos e, ao mesmo tempo, convergentes. Estes lados estão nos levando a uma revolução da informação inexorável e vem muito mais pela frente. Quem me apresentou a ela foi o jornalista e  professor Carlos Nepomuceno, em seu “Estratégias 2.0: de onde viemos, para onde vamos?”.

Foi fantástico entender a lógica histórica por trás de toda a revolução informacional pela qual estamos passando e que vem, desde 2009 – para mim – num crescendo que deverá explodir a qualquer momento. Agora, que tudo começa a ficar realmente muito claro, é muito, muito bom o sentimento de fazer parte de um momento tão significativo da história da humanidade.

Se você curtiu o que escrevi, bacana; pode até #RF ou #RT. Porque certamente meus clientes estão já usufruindo desta clarificação em minha produção. Agora, se tudo isso não lhe tiver feito qualquer sentido, então, pare, pense e leia o presente a seguir, que não vou traduzir porque outros já o fizeram. Vale a pena e só corrobora o que escrevi, mas, também, dá uma palha do que me perguntam aqui e acolá. E, o que é melhor, de graça! :D Boa sorte.

Como montar um plano de mídia social

(foto: robsongarciafreire.blogspot.com)

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